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Notícias • 26/05/2021
Importância dos fisioterapeutas no tratamento de pacientes com Covid-19 é destacado em live da Câmara

O atendimento de fisioterapeutas na atenção básica e nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) revelou-se ainda mais fundamental durante a pandemia de coronavírus. Na manhã desta quarta-feira, a atuação destes profissionais, tanto no tratamento de pacientes com a doença como na reabilitação pós-Covid, foi detalhada durante live promovida pela Câmara Municipal de Campo Grande. O debate foi proposto pela Comissão de Saúde da Casa de Leis, presidida pelo vereador Dr. Sandro Benites. 

Atualmente, são cerca de 450 fisioterapeutas atuando na terapia intensiva em Mato Grosso do Sul, sendo 270 apenas em Campo Grande. A informação foi repassada pelo presidente do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 13ª Região (CREFITO 13), Renato Silva Nacer, fisioterapeuta, especialista em Ciências do Envelhecimento Humano, mestre e doutor  em Tecnologia e Saúde pelo programa de Pós-Graduação em Saúde e Desenvolvimento na Região Centro-Oeste, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). A live também contou com as contribuições do fisioterapeuta Cristiano Luiz Campos Mendes, especialista em Fisioterapia Cardiopulmonar e Docente do Curso de Pós-Graduação pela Faculdade Inspirar.

Nacer ressaltou a necessidade de mais profissionais para ampliar o atendimento. “Também não temos UTIs suficientes para atender a demanda de Covid, mas não culpo a Secretaria de Saúde”, disse o presidente, ressaltando a necessidade de conscientização pela população, pois muitos continuam se aglomerando e não respeitando as medidas de biossegurança. Ele ressaltou que os hospitais respeitam o quantitativo mínimo de fisioterapeuta nas UTIs, recomendado pelas normas reguladoras da Anvisa, mas ter um para cada dez leitos nem sempre é suficiente, pois são pacientes críticos.   

O presidente enfatizou a importância de ter profissionais também na atenção básica. “Precisamos aumentar quantitativo na atenção básica e especializada”, disse, citando exemplo de paciente Pós-Covid, que possa estar acamado e precisa desse acompanhamento para retomar suas atividades como anteriormente e ser reintegrado à sociedade. 

Acessibilidade

O presidente do Conselho
Regional de Fisioterapia e Terapia

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