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Notícias • 30/07/2018
CREFITO 13 reforça, no CONASEMS, a importância da Fisioterapia e da Terapia Ocupacional

A vice-presidente do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional de Mato Grosso do Sul (CREFITO 13), Dra. Janaína Silva de Carvalho representou a entidade, entre os últimos dias 25 e 27, no 34º Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde e o 6º Congresso Norte e Nordeste, realizados em Belém-PA.

O evento reuniu representantes de 5.570 secretarias municipais de Saúde e serviu de vitrine para todas as profissões envolvidas nos serviços públicos e nos programas de saúde. Não foi diferente com a Fisioterapia e Terapia Ocupacional, explica Janaína. O Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) esteve presente ao evento com um estande para divulgar a importância de ambas as profissões nestes contextos.

“Ao lado de representantes do Coffito e de outros Crefitos, demonstramos a importância dos profissionais fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais. Cabe destacar que todas as profissões que compõe a equipe básica multidisciplinar dos serviços de saúde, estavam presentes no evento. Nossa presença no Congresso foi vital para demonstrarmos aos milhares de gestores públicos presentes nossa imprescindibilidade enquanto profissionais de saúde”, explica.

Entre as ações expositivas realizadas pelo COFFITO e demais representantes dos Crefitos no evento destacaram-se as PIC’s (Práticas Integrativas Complementares) como a Auricoloterapia, o Reiki e as danças circulares.

Durante a plenária final, a Carta de Belém foi discutida e aprovada pelos secretários. O documento é um compilado dos principais pontos discutidos nas atividades do congresso registrados pela relatoria. Para ler na íntegra, clique aqui.

Conasems

O Conselho Nacional de Secretarias municipais de Saúde (CONASEMS) nasceu a partir do movimento social em prol da saúde pública e se legitimou como uma força política, que assumiu a missão de agregar e de representar o conjunto de todas as secretarias municipais de saúde do país.

Desde 1988 promove e consolida um novo modelo de gestão pública de saúde alicerçado em conceitos como descentralização e municipalização.

Assumiu o desafio de romper com a estrutura centralista de decisões impostas de cima para baixo, que desconsideravam as especificidades e as demandas de cada município brasileiro. Propôs uma fórmula de gestão democrática para a saúde, atribuindo aos municípios um papel que não fosse o de meros coadjuvantes, fazendo jus aos preceitos constitucionais de formulação do Sistema Único de Saúde (SUS).

Defendeu de forma incondicional que o sistema público de saúde seria mais eficaz à medida que os municípios deixassem de ser somente executores de ações, e assumissem também o papel de formuladores de políticas públicas. Como artífice de um plano de inclusão social, o CONASEMS passou a auxiliar os municípios na formulação de estratégias voltadas ao aperfeiçoamento dos seus respectivos sistemas de saúde, primando pelo intercâmbio de informações e pela cooperação técnica.

Hoje tem seu espaço político e sua luta reconhecida nas instâncias federais, incluindo na pauta de discussões da saúde grandes temas de interesse como financiamento público, recursos humanos e defesa dos princípios do Sistema Único de Saúde.

Acessibilidade

O presidente do Conselho
Regional de Fisioterapia e Terapia

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